Hospital e Maternidade Municipal Nossa Senhora do Monte Serrat esclarece como funciona a Classificação de Risco

Avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. Assim funciona a Classificação de Risco, uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e emergência da rede assistencial.

No Brasil, um dos modelos mais utilizados é o Modelo de Manchester (Manchester Triage System – MTS). Este método prevê que o tempo de chegada do paciente ao serviço até a classificação de risco e, que os tempos alvos para a primeira avaliação médica, sejam cumpridos de acordo com a gravidade clínica do doente.

O uso desses protocolos traz segurança ao paciente, que passa a ter o atendimento organizado pela gravidade e não mais pela ordem de chegada ao serviço de saúde. A utilização de protocolos validados e confiáveis traz segurança para o paciente, mas também para o profissional que realiza a classificação por meio de um instrumento com efetividade reconhecida e validada.
Seguindo o Protocolo de Manchester o paciente é classificado na cor vermelha como atendimento emergente devendo ser atendido imediatamente; cor amarela para atendimento urgente devendo ser atendido em até 60 minutos; cor verde como atendimento pouco urgente e podendo esperar até 120 minutos e na cor azul como não urgente e atendimento em até 240 minutos.

O diretor técnico do Hospital e Maternidade Nossa Senhora do Monte Serrat, Renato Cassani esclarece que atualmente, os protocolos de triagem realizam uma classificação dos pacientes. “Grande parte das pessoas que procuram as unidades de saúde não necessitam de atendimento imediato ou não estão gravemente enfermas. Assim, os protocolos existentes têm como objetivo identificar as pessoas que necessitam de atendimento imediato ou que podem apresentar complicações sérias relacionadas ao seu estado de saúde durante a espera para o atendimento médico”, explica.

Cassani sinaliza ainda que é importante que as pessoas compreendam a necessidade dessa qualificação e a especificação de cada cor e seu tempo de atendimento, uma vez que “esse é um processo dinâmico de identificação dos pacientes que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. Para orientar os pacientes, em cada serviço uma tabela exposta identifica os tempos de atendimento de acordo com as cores do protocolo”, concluiu.

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